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Mostrando postagens de Julho, 2015

Anarquismo e Evangelho

TEXTO: LUCAS GUERREIRO

Não pretendo fazer um estudo completo sobre o anarquismo e o evangelho, mas apenas traçar algumas linhas de consideração que permitirão, especialmente os jovens, entenderem que o evangelho não combina com o anarquismo, e, portanto deve ser refutado.
O anarquismo prega uma ordem sem sistema de governo, sem Estado, sem autoridade. A maioria dos anarquistas diz que a verdadeira liberdade humana advirá com o total desprendimento dos sistemas jurídicos, religiosos e legais. Eles também defendem que a religião e a moralidade (tal como conhecemos) deverão ser totalmente extintas para que haja paz, igualdade e liberdade.
Há um ponto de verdade na teoria do anarquismo, pois em uma condição Celestial não há necessidade de Estado. Quando a Terra for celestializada seremos todos iguais e participantes do dom celestial (semelhante aos nefitas de 4 Néfi 1:3). Cristo ainda será nosso Rei Eterno, mas seremos como Ele, reis e sacerdotes para sempre – portanto, pode-se dizer que…

A Criação (Gênesis 1-2): Parte G (Haja luz)

E disse Deus: Haja luz; e houve luz (Gênesis 1:3)
A luz descrita neste versículo não se refere à luz física proveniente do Sol e dos astros luminosos – pois tais são mencionados apenas em versículos posteriores (Gênesis 1:14-18). A luz indicada neste versículo consiste no poder de Deus: em uma energia divina que possibilita a organização e manutenção de toda Criação. Em outras palavras, neste momento inicial da Criação, Deus irradiou sua “luz”, “seu poder”, sua “ordem” sobre a extensão na qual seria criada a Terra.

A luz de Deus é a fonte primária de toda luz [1]. Essa energia divina é conhecida como “Espírito de Deus” ou “Luz de Deus”. As escrituras da restauração chamam-na de “Luz de Cristo”[2]. É uma manifestação da glória de Deus [3].
A Luz de Cristo é uma “energia divina, poder ou influência [4] que procede de Deus através de Cristo e dá vida e luz a todas as coisas. É a lei pela qual todas as coisas são governadas no céu e na Terra (D&C 88:6–13). Ela também ajuda as pessoas …

Os Profetas e o Sacerdócio no Velho Testamento - parte 1

Millet, Robert L., "Prophets and Priesthood in the Old Testament (Os Profetas e o Sacerdõcio no Velho Testamento)" em Sperry Symposium Classics: The Old Testament, redação de Paul Y. Hoskisson (Provo e Salt Lake City: Religious Studies Center, Brigham Young University, e Deseret Book 2005), 48-68.
Texto: Robert L. Millet Tradução:BYU Religious Studies Center  Atualização: Teologia Mórmon
Robert L. Millet é professor de escrituras antigas e outrora director de Educação Religiosa da Universidade Brigham Young.
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A voz da profecia é uma voz de autoridade, autoridade divina. Aqueles que são chamados para falar pelo Senhor Jeová recebem poderes de Jeová e são ordenados a sua santa ordem. Por isso convém dedicar nossa atenção e estudo à natureza da autoridade profética, ou seja, o poder do santo sacerdócio entre os profetas de antigo Israel.
O Profeta Joseph Smith escreveu o seguinte em 1842: “Cremos na mesma organização que existia na Igreja Primitiva, isto é, apósto…

Somos filhos de Deus - o que isso significa?

TEXTO: Adriano de Jesus


Com o declínio dos padrões morais da sociedade, fica cada vez mais difícil compreender o papel de pai(s) e filho(s). Creio que a maioria das pessoas vê o pai como um educador, protetor, amigo, alguém que vai mostrar o caminho correto a ser trilhado.
E o filho é visto como alguém que precisa de orientação, cuidados diversos, amor e disciplina. Se é isto que temos em mente ao pensar na questão de pais e filhos, podemos concluir que o pai deva possuir suficiente conhecimento advindo de experiências passadas que o capacita a educar, proteger, advertir e assim por diante, do contrário, como poderia tal pai educar a menos que tivesse sido educado? Como poderia proteger a menos que conhecesse os perigos que a vida oferece? Como poderia ser amigo a menos que tivesse sentido a falta de um? E como poderia mostrar o caminho a menos que já o tivesse trilhado? O filho inexperiente, por sua vez, caso absorva as lições do pai, terá a experiência e capacidade necessárias para…

Manuscrito Spaulding

O texto abaixo foi extraído do site LDS.ORG, “tópicos do Evangelho” - “MANUSCRITO SPAULDING” e também possui inserções do texto “Spaulding Manuscript” do site da BYU – Biblioteca Harold B. Lee.
No início do século XIX, um homem chamado Solomon Spaulding [1] escreveu uma história fictícia a respeito de antigos romanos que vieram para a América do Norte. Alguns críticos da Igreja alegaram que Joseph Smith usou o manuscrito para escrever o Livro de Mórmon. Essa alegação foi desacreditada inúmeras vezes por pessoas tanto de dentro quanto de fora da Igreja. O Livro de Mórmon foi traduzido de antigos registros pelo dom e poder de Deus. Não tem nenhuma relação com o manuscrito Spaulding.

Aqueles que não aceitam o Livro de Mórmon como escritura criaram muitas teorias sobre sua origem. Uma das mais antigas teorias foi a de que o Livro de Mórmon se baseava no manuscrito de Solomon Spaulding (também escrito “Spalding”), uma história fictícia sobre os antigos habitantes da América.
Spaulding nasce…